
Aqui no Brasil o hardcore, assim como o punk, são vertentes que vão e vêm em uma série de hypes e revivals. E quem fica para contar a histórias são as bandas que decidiram lutar até o final, trabalhar como um cavalo, e esperar que tudo der certo. No final das contas é bem diferente do real sentido autodestrutivo do punk de 78, mas chega a cultura do skate bem explicado. Snorks é uma dessas bandas. Vi nascer, os altos e baixos, a perdas de integrantes, a mudança de instrumentos e por final um trio quase maduro o suficiente para se jogar em uma discografia no mínimo interessante. Mas se apressem, porque esse negócio de conflitos do cotidiano já está manjado. Esse show já tem muito tempo, esta na hora do show inteiro ter algo novo, algo que fuja desse lugar comum de bermudas largas, tênis Adiddas e cintos brilhantes. Falo isso porque a banda tem potencial, ah isso tem.








