O último [da direita para a esquerda]. Seu modo de construir harmonias influenciou uma geração de pianistas pós 70′
Roger Waters (vocal e baixo) era o gênio que não tinha rédeas. David Gilmour era o ex-modelo virtuoso na guitarra que tinha a melhor pose britânica em cima do palco. Nick Mason, o baterista, só queria se divertir e beber cerveja. Sincrônico, o cara não errava uma e dava toda a segurança pra a banda fazer o que quisesse ao vivo. Já Richard Wrigth era inegavelmente a própria essência do Floyd, soube criar riffs com a elegância através de uma incessante busca pelas variações das harmonias no piano, além de ter uma das vozes mais marcantes e seguras de todo o grupo. Coloquem a bandera a meio-pau, morreu hoje Richard Wrigth – vítima de câncer.
cantando Echoes e vivendo a sua melhor fase em grupo
Quando tinha 12 anos não conseguia entender o tipo de som que saía do Toca Fita velho lá de casa e as minhas fitas do Pink FLoyd felizmente nunca embolaram, mas me perguntava: de onde vêm esse timbre no fundo? Tempos descobri que ali era Wrigth. Suas músicas no Pink Floyd são quase sempre as melhores de cada álbum.
Pra entender melhor fiz uma lista com três coisas que ele fez enquanto era do Floyd ( o nome da lista é “Quem não se emociona ouvindo…”)
Remember a Day (A Saucerful Of Secrets -1968)







