Archive for the 'Shows' Category

Moveis Coloniais de Acaju @ Casa Fora do Eixo

Há tempos os grupos musicais caminham para a fragmentação de influências. A batida, as escalas, texturas e rimas se misturam para ser um só, do Maxixe ao Rock, numa mesma linha harmônica. Desde artifício, poucos o atingem tão claramente como os Móveis Coloniais de Acaju. O diferencial é a disposição da banda em ser naturalmente popular por excelência. Junta-se essa mirabolante identidade com um show elétrico, nove pessoas que se encaixam em qualquer palco e não seria exagero dizer que os brasilienses nasceram paras as massas. Assim como o Macaco Bong é o estopim conceitual desta nova música brasileira que se formou, Os Móveis pintados de Acaju são os canhões prontos para deflagrar o movimento.

A diferença se distingue não só pela estética sonora, mas você alguma vez imaginou que seria possível em 2010 uma banda de nove integrantes rodando em turnê como se fosse uma big band da época do Swing, na década de 30? Quem poderia imaginar, em tempos de logística fácil e barata, alguém em sã consciência chamando mais oito amigos para montar uma banda “skazóona”? É isso mesmo, a multiplicidade musical que acompanhou o miscigenado Brasil desde o início volta com tudo, e um pouco mais.

Atipicamente a Casa Fora do Eixo abriu no domingo, esse era o primeiro desafio. 300 pessoas são o ideal para a lotação da casa, esse era o segundo. Não foi nem preciso esperar muito para esses dois “problemas” deixassem de existir. O calor? Ah, quem já não se acostumou morando em Cuiabá?

Maria Albina abriu a noite. Uma banda novíssima, cheia de espinhas na cara, crua, mas com uma energia jovial que juntou semelhantes na idade para frente do palco, até os covers – Kaiser Chiefs, The Killers, Forgotten Boys – foram bem tocados. Seriam um presságio do que a noite reservaria. Da ultima vez que escrevi sobre o Paulo Monarco, cantor e violonista que se apresentou logo em seguida, falei sobre a áurea do artista em cativar o público. Tempo e domínio de palco e, sobretudo, ao seu fator artístico crescente. O desenvolvimento dele é perceptível pelo controle do nervosismo, porque afinal não existe palco sem frio na barriga, se existir, pode mudar de profissão. Monarco está re-criando seu personagem, sua roupa e postura estão mudando no palco. O show passou longe de ser chato e como a casa estava bem mais que a lotação suportava, aqueles que ficaram na frente para “segurar lugar” no show do Móveis tiveram uma boa surpresa. O disco do Monarco sai daqui a dois meses, anotem ai.

To falando sério: a Casa Fora do Eixo estava muito cheia. E o alvoroço começou quando a banda começou a se aprontar em direção ao palco. Demorou para acertar tudo e várias brincadeirinhas para entreter o público ocorreram, pode não parecer mas essas “tecniquinhas” fazem toda a diferença. A festa começou! A correria no palco se montou, o sorriso se abriu e desde o primeiro momento a banda já tomou o público pela mão e imagine só: ninguém comentava o calor, pelo contrário, quero achar alguém que não pulou e suou no compasso dos instrumentos de sopro. Imagino que boa parte de todo esse povo ainda se lembra daquela imensa roda ao som de “Copacabana” ás 4h30 da madrugada no segundo dia do Festival Calango 2007. Nesses três anos sem aparecer por aqui, lançaram o segundo disco que mesmo não tão energético quanto o primeiro, tem um “quê” de evolução estética, foi bem aceito pela crítica especializada e pelo público.

Mas nada disso explica o fenômeno que é o Moveis na efervescência de um show. Tudo é possível quando o sangue sobe pra cabeça e o publico fica receptível, reconhece o timbre vocal. André Gonzáles, aliás, tem um timbre incrível e mesmo pulando sem parar – cheio de sorrisos – mantém a voz uniforme e constante, e não pense que é preciso pouca técnica para chegar nesse patamar. O som é bem construído e os naipes se completam, nenhum instrumento cobre o outro, e tudo se transforma em explosão, ufa! Lembra daquela roda em 2007 que comentei, é claro que se repetiria: A galera abriu espaço para “Copacabana” começar a tocar, se tinha alguém que não havia se divertido ali essa era a hora.

“Vocês tem sorte de ter essa banda como essa em casa”, disse André sobre o Macaco Bong, que entrou para tocar. A galera aplaudiu como se fosse um filho subindo no palco, e na verdade era mesmo. Juntos, eles fazem parte do time que levantam esse pragmatismo artístico de banda/empresa, que trabalham a música como resultado, dentro e fora dos palcos no Auditório do Ibirapuera. No mesmo tablado, mostraram parte do projeto que resultou na gravação do DVD dos Macacos. Este registro será lançado no segundo semestre. Entre os vários convidados o pianista Vitor Araújo e o Hurtmold ajudaram a “desconstruir a música dos Bongs. Esse formato ainda não chegou em Cuiabá e essa prévia só serve para avisar que possivelmente na edição do Calango desde ano teremos o tão falado projeto. A torcida é grande. Ninguém foi embora antes de acabar e a segunda-feira começou boa.

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No Palco #01: Live At Pompeii – Pink Floyd

1971 foi um ano decisivo para o Pink Floyd. Logo após a saída do vocalista, guitarrista e também homem que deu o nome da banda, Syd Barret, o quarteto experimentou várias sonoridades tentando a todo custo sair da especulação “space rock” (fruto da corrida espacial entre Eua e União Soviética) e descobrir o seu “verdadeiro” caminho. Um dessas saídas foi a exaustiva incursão ao rock psicodélico progressivo. Na época uma sonoridade difícil de classificar mas que levou a banda a um certo patamar de notoriedade.

Pensando em capturar esta fase o diretor Adrian Maben apareceu com a idéia de fazer um filme/show para a banda. Na época esse tipo de marketing estava ficando famoso por causa do sucesso comercial que foi Live at Leeds, lançado um ano antes pelo The Who.

Porém Adrian não queria apenas um show e seus bastidores, queria algo nunca tivesse sido feito. Foi quando tiveram a idéia de armar um concerto sem público no coliseu da cidade de Pompeii, situada na província de Nápoles, na Italia. Famosa por sua deformação vulcânica, a comunidade foi destruída por uma chuva vulcânica em 79 D.C e até hoje preserva os resquícios do dia fatídico. Um ponto turístico muito delicado por sua estrutura frágil. A banda reservou junto ao governo local cerca de quatro dias para as filmagens, mas foi pega de surpresa por não ter energia suficiente para manter toda a estrutura. Um grande cabo de força foi providenciado com mais de 4km de comprimento do coliseu até a prefeitura mais próxima. Por conta desse atraso a banda só pôde executar o show apenas uma vez, e é essa versão que vemos no filme, que obteve um relativo sucesso na época, sendo exibido na TV, inclusive. Uma versão exclusiva do diretor foi lançada em 2003.

No show, temos a banda em perfeita unidade, no seu melhor momento de transição. Tanta psicodelia e sons cósmicos transformaram um simples show no “primeiro contato com seres de outros planetas” disse a imprensa local logo após o lançamento. O baterista Nick Mason está em sua melhor forma, depois daquele show ele nunca mais esteve tocando tão bem. Canções clássicas como A Saucerful of Secrets e as duas partes de Echoes não tiveram execução melhor do que naquela tarde. Ainda é preciso lembrar-se da famosa cena em que a banda está na lanchonete do Abbey Road, gravando o The Dark Side of The e Moon.

Paulo Monarco – Festival Calango @ Praça das Bandeiras

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A MPB (embora não concorde com essa nomenclatura) hoje vive um momento de crise-de-identidade. O que na década de 90 deu muita grana para executivos com remakes e revivals do que foi os 70′, hoje tenta ao máximo sair da “bolha” e aposta nas várias gamas da musicalidade brasileira, o que me deixa muito feliz quando penso que será o legado para meu filho. E Paulo Monarco nos revela uma dessas gratas surpresas. Já está praticamente pronto. Boas musicas, arranjos econômicos, letras que estão começando a criar uma identidade e acima de tudo, tem um bom gosto nato. Mas ainda não é um daqueles artistas que pega de jeito que não foi vê-lo. Mas isso é natural, dominar um show não é uma das tarefas fáceis e muitos só conseguem com um bom tempo de estrada. O fator artístico talvez seja o que mais ele tenha que trabalhar. Criar no palco a áurea de um artista [que ao pé da letra é alguém sobre humano] e dominar o espaço e tempo do palco não são fáceis de se atingir, mas confesso que gostei do andamento de sua apresentação. Se fosse seu amigo íntimo diria: vai lá cara, você está chegando perto.

Snorks – Festival Calango 2009 @ Centro de Eventos do Pantanal

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Aqui no Brasil o hardcore, assim como o punk, são vertentes que vão e vêm em uma série de hypes e revivals. E quem fica para contar a histórias são as bandas que decidiram lutar até o final, trabalhar como um cavalo, e esperar que tudo der certo. No final das contas é bem diferente do real sentido autodestrutivo do punk de 78, mas chega a cultura do skate bem explicado. Snorks é uma dessas bandas. Vi nascer, os altos e baixos, a perdas de integrantes, a mudança de instrumentos e por final um trio quase maduro o suficiente para se jogar em uma discografia no mínimo interessante. Mas se apressem, porque esse negócio de conflitos do cotidiano já está manjado. Esse show já tem muito tempo, esta na hora do show inteiro ter algo novo, algo que fuja desse lugar comum de bermudas largas, tênis Adiddas e cintos brilhantes. Falo isso porque a banda tem potencial, ah isso tem.

Venial – Festival Calango 2009 @ Centro de Eventos do Pantanal

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O Venial já tem seis anos que está aí, na estrada. E sem medo digo que é uma das bandas locais que sobem mais bem preparadas para o palco. Sabe fazer o tempo do show, tem o domínio do público e desde o Festival Kura Del Sur, de 2007 vejo a banda sempre fazendo um show no mínimo profissional e tecnicamente satisfatório. Mas o que acho estranho é o fato da banda não conseguir passar disso. Uma boa representatividade na internet eles tem. Mas o que falta para aquela guinada final? acho que a contratação de um produtor artístico para olhar a banda “de fora do copo” seria uma das dicas que daria. É claro que o som ainda não está completo, cheio, bem produzido. Mas como estão no caminho certo a visão de um profissional mais preparado seria uma das soluções para a banda finalmente encontrar um pouco mais de sua identidade e musicalidade. Acredito que a penetração da banda no nicho seja difícil, logo porque o Centro-Oeste é uma região que não investe no metal, em contraponto do nordeste, que tem um dos grandes festivais do gênero. Mas como a internet está ai e a banda tem uma gama de experiência em sua plataforma digital (my space, youtube, blogs…) acho que o resto não será problema.

A prova disso é a boa sacada que deveria ter gerado mais mídia espontânea do que obteve: o lançamento do DVD da banda. Nada de novo, apenas uma coleção de vídeos, clipes, fotos e outros bônus. Se todas as bandas fizesse esse tipo de promoção teríamos outra realidade por aqui em Hellcity.

foto Carlos Magno

Conheça o Música Para Baixar (MPB) @ Clube Feminino

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A semente foi plantada na cidade de Brasília em março desde ano e meses depois já organizava seu primeiro fórum em Porto Alegre, durante o 10° Fórum Internacional de Software Livre. O projeto MPB – Música para Baixar é um programa de mudança comportamental, que desfaz os velhos modelos da economia musical, tão discutida em tempos de crise. E Cuiabá, mesmo timidamente, entrou ontem no circuito e fui lá no Clube Feminino conferir. Cheguei no local do evento sem saber muito o que encontrar. Já nos bastidores e rodas de discussão que sempre se amontoa de trás do palco, perguntei para o Eduardo Ferreira, um dos que encabeçam e divulgam esse novo pensar, o que era tudo aquilo, ao mesmo tempo em que alguém chegou em sua frente com problemas na logística da produção, antes de me responder ele olha para o rapaz (outro músico, diga-se de passagem) e diz: faça da forma que achar melhor, construímos juntos esse evento, levantando os braços como que não quer liderar nada, apenas ser uma celular do grupo. O rapaz sai sem dúvidas na cabeça e desempenha o papel sem problemas. Ele retorna para mim e diz: ta vendo, é isso, novos modelos num velho sistema. Pode parecer engraçado mas esse pequeno fato esclarece a proposta dessa micro-rede cheia de tentáculos que é o projeto MPB.

No meio do salão via-se fotos penduradas com prendedores de roupa, fotos embaçadas, letras poéticas, gente se interessando, tudo era possível naquela atmosfera. Atmosfera que se encontrava em shows. No meio de tudo isso bandas se apresentavam no palco principal. A banda Lopes não só apóia o projeto como também pega o pedestal e microfone e coloca fora do palco, no chão, pra quem quisesse cantar, esse seria o tom da noite, tudo estava mudado, o sistema tinha falido, não existia cantor, nem público, e tudo estava na perfeita ordem. Pra quem ficou interessado vai uma dica, esse projeto se estende até o final do ano e promete um evento por mês em pontos estratégicos da cidade, quando vier o próximo dou um toque por aqui, fiquem de olho. Saiba mais sobre o projeto no site http://www.musicasparabaixar.org

O engraçado mundo Cult @ Tributo Los Hermanos

Los Hermanos chegou no cenário nacional no momento em que os grupinhos cult já estavam se rendendo ao Mamonas Assassinas (que hoje é cult). O ano era 1997 e o país de repente foi  tomado pela sensação pagodeira Só Pra Contrariar e o mundo se embalava ao som dos Backstreet Boys (US) e Spice Girls (UK), que tomavam conta de todas as paradas. Os culturétes ficaram sem rumo, usando camisetas do Cartola e Benito de Paula, dizendo que Jimi Hendrix era legal, lendo aquelas edições de bolso do On The Road, mas quando viram uma bandinha com uns caras barbudos que juntava coisas diferentes como ska e reggae com grande influência do underground carioca dos anos noventa de uma forma pop, acessível e que dava pra tocar no Programa do Faustão, a coisa ficou interessante. O Brasil conheceu a banda e a banda conheceu o Brasil e por isso decidiu mudar. Brigaram com a gravadora e gravaram o terceiro disco Ventura, bem parecido com o anterior Bloco do Eu Sozinho mas sem o hardcore do primeiro disco, não por isso mas a banda de repente voltou a fazer shows para 200 pessoas. E quando uma banda tem um disco legal e não é muito conhecido por todo mundo se torna um alvo em potencial para os cults (que tem síndrome do underground, ou seja, amam tudo que ninguém ainda não conhece), com o Los hermanos não seria diferente. Ontem estive em um tributo à banda que, desde antes de sair de casa, já sabia que seria uma noite igual ao de festa de pagode, só que em vez do cara mostrar seu bíceps e tríceps para as garotas ele vai mostrar o tamanho da sua barba e quanto mais “desprendido” da moda ele for melhor são as suas chances. Paradoxo? A partir daí começou minha divertida história noite adentro a procura do culti(zinho) perfeito.

O cara cult é aquele que não usa a força. Sim, ele não liga pros músculos, não liga para o que é popular, gosta de conhecer coisas muito específicas como o cinema tailandês de 1950 e acha que tudo o que faz é único e diferente. Eles não andam sozinhos porque sentem a necessidade de conversar sobre suas paixões, não querem saber de roupas da moda mesmo tendo uma grandíssima preocupação pela estética de sua imagem. Por isso, preferem se adequar a modinha entre os outros cults em geral, comumente usam camisetas quadriculadas, ou casacões, óculos grandes e com abas grossas – algo que remeta ao estilo europeu ou então está fora do grupo. Gosta de manter um blog de poemas, contos e se intitula socialmente alguém diferente por ter uma “sensibilidade” acima da média quando se fala em artes em geral (leia-se literatura, música, cinema e coleções).

Onde rolou o tributo era cheio desses estereótipos. O lugar, sim, o lugar. É um clube de Choros e Serestas daqui de Cuiabá, onde habitam indies, ermitãos e beatnik frustrados que adoram falar das superficialidades de Baudelaire, Oscar Wilde e do cinema europeu – afinal, quem nesse “mundo” tem coragem de dizer que não entende nada do expressionismo alemão? Mas deixa pra lá, estamos falando de Los Hermanos. E confesso, sou fã. Não desses fãs que analisa cada música e fica dizendo consigo mesmo: “olha só, não te dizer o que penso já é pensar em dizer, que coisa extraordinária”. Não se espante, ouvi vários destes comentários pela noite a fora.

O time de músicos que acompanharia chamava a atenção pela qualidade individual. Os três são conhecidos e recebem comumente o rótulo de “melhor músico da cena”, muita gente foi pra vê-los. Legal a iniciativa de chamá-los para tocar Los Hermanos que, até pouco tempo, era motivo de piada. Deu pra ver que os caras não conheciam as músicas e os ensaios foram poucos. Tudo bem, da próxima melhora. O vocalista Vitor Meireles (ex-rude poema) foi o responsável pela concepção do projeto, e não poderia ser outro: é tão cult que é daqueles que gosta do Lado B de Tom Jobim e se esbalda em Willian Blake. No palco, com uma camiseta meio quadriculada e o olhar de estranheza meio “quero ser” Syd Barret me fizeram crer que o maior cult da noite se escondia ali, no palco, onde mais poderia procurar? A seriedade dos solos de trompete que ele fazia com a boca me fez pensar nos meus dias Hermaníacos ainda lá no nordeste – isso é um elogio.

O público respondia como quem conhece mesmo o que é um tributo. Como nos shows da banda (que acabou faz dois anos) o côro seguia por todas as músicas. Mas coisas engraçadas rolavam de vez em quando. Todo mundo gosta de gritar “Pierrot” como quem grita “Toca Raul”. No meio da noite aconteceu uma das coisas mais engraçadas: Até uns quatro anos Anna Julia era odiada por todos os fãs porque simplesmente ela fez muito sucesso, só que os cult(zinhos) começaram a perceber que já era modinha dizer que Anna Julia era sem graça e de repente todo mundo estava dizendo que Anna Julia era legal. Vou direto ao ponto: Essa música tocou três vezes na noite, todas elas, com um côro gigantesco vindo de todos os lados, agora to só esperando um grupo cult paralelo começar a dizer que Anna Julia é ruim mesmo – coisas da moda. Já dizia José Flávio Junior – da Revista Bravo – que a discografia da banda é equivalente ao do Radiohead. Enquanto a banda inglesa lança um estranho Kid A, os cariocas jogam para fora o disco “4” que novamente dividiu fãs e se juntou mais ainda aos cults que temem em falar que o Chico Buarque é ruim, eita, só por mencionar algo ruim sobre o Chico posso apanhar no próximo tributo. Mas sim, acho Chico é razoável. Mas por favor, não deixem de me convidar para o próximo tributo e nem me barrar na porta. Principalmente se eu tiver com uma camiseta verde “manjada” do Pet Souds, clássico disco de 1966 dos Beach Boys. É claro que eu fui todo cult também, né.

NOTA: não consegui fotos, quem tiver me mande que dou os devidos crétidos dewiscaldas@gmail.com


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